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SINDICATO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DE SÃO PAULO |
Suspenderam a promessa
20/10/2008
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Uma atitude longe de ser a solução, até porque outros também deixam de marcar pênaltis e não acontece nada. |
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O Presidente da Comissão de
Arbitragem da CBF, Sergio Corrêa, tanto colocou nos sorteios o seu “juiz
da moda” que acabou enjoando dele como é a moda: tudo passa. Para mim, ele
é uma revelação desse Campeonato Brasileiro justamente porque teve a
coragem de se diferenciar dos outros. Isto é, deixar o jogo correr sem
medo de perder o controle da partida. Diferentemente de outros árbitros
que ficam picotando o jogo com apitos estridentes e desnecessários,
paralisando o andamento do jogo. Assim, não há a preocupação de que o jogo
descambe para a violência e ele tenha que tomar uma medida mais drástica. A crítica que sempre fiz ao Leandro Vuaden, que muitos colegas do “Bem, Amigos” não entenderam, é que ele estava exagerando, e tinha que encontrar um meio termo. Nesse último domingo, estava escutando o jogo pela Rádio Globo, quando José Carlos Araújo, o Garotinho, disse uma frase que resume tudo: “Deixar a bola rolar não é deixar o pau cantar”. Essa “suspensão” que a comissão de arbitragem deu ao Leandro Vuaden |
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tem seus motivos. E pelo menos
acalma os enfurecidos torcedores tricolores, revoltados com a não marcação
de dois pênaltis. Uma atitude longe de ser a solução, até porque outros também deixam de marcar pênaltis e não acontece nada. O importante seria uma conversa muito mais técnica com o arbitro promissor. Caso contrário, é mais uma esperança que fica pelo meio do caminho. Fonte: extraído do blog, A Regra é Clara, do comentarista de arbitragem Arnaldo César Coelho |
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